Atrações do CENTRO

ATRAÇÕES TURÍSTICAS DO CENTRO

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LUGAR DE HISTÓRIA E FÉ

IGREJA DA MATRIZ

      A igreja atual, construída em 1937, substituiu a igreja original do século XVII. Seu interior encanta pela bela pintura feita pelos irmãos Gentili na década de 50. Seus vitrais contam a história de São Roque, o santo padroeiro da cidade, que, nascido nobre, doou sua fortuna aos pobres e foi cuidar dos doentes atingidos pela peste, e se tornou o protetor dos enfermos.

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CONHEÇA NOSSA RESERVA DA MATA ATLÂNTICA

MATA DA CÂMARA

      Perfeita para relaxar durante uma caminhada em meio a Mata Atlântica e aprender mais sobre ecologia e meio ambiente, a Mata da Câmara é sinônimo de preservação da natureza e orgulho para São Roque. Patrimônio da Humanidade reconhecido pela UNESCO, a Mata da Câmara é a maior reserva ecológica da região. A preocupação pela preservação do local vem desde o século XVII, quando nem se ouvia falar em ecologia. O motivo pela preocupação referente a preservação da mata se dava pelo fato de que era necessário preservar as nascentes que serviam a água potável para a população da região. O órgão responsável pela preservação da Mata da Câmara, era a Câmara Municipal de São Roque, que detinha os poderes Executivo e Legislativo, daí foi que o local recebeu seu nome. A Mata da Câmara possui uma área total de 54 alqueires de muito verde e repleta de mananciais. Em sua flora é possível encontrar diversas espécies, como: peroba, cedro, pau d’alho, amoreira, figueira branca, jatobá, canela e ipê. E sua fauna conta com lontras, veados, esquilos entre outros animais e aves.

 
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UMA FESTA DE FÉ E ENCONTRO COM AS TRADIÇÕES

FESTAS DE AGOSTO

      São Roque, o santo padroeiro dessa festividade, nasceu no sul da França, no ano de 1295, alegadamente um filho do governador de Montpellier, que teria perdido seus pais aos vinte anos de idade, e dividido os seus bens entre os pobres, indo a pé em peregrinação até Roma.

      As origens desta tradição nos remetem à metade do século XVII e estão ligadas à história da fundação dessa cidade às margens do rio Carambeí, quando o bandeirante Pedro Vaz de Barros construiu sua casa e ao lado, uma capelinha, onde hoje está a Praça da Matriz, elegendo como padroeiro São Roque por sua devoção.

      Em seu testamento, o fundador da cidade, Pedro Vaz de Barros, também conhecido como “Vaz-Guaçu”, fez uma valiosa doação de imóveis à capela, contanto que a conservassem sempre limpa e trouxessem um sacerdote ao povoado, ao menos uma vez por ano, na festa do padroeiro.

      Nessa época, como a população era ainda pequena, a localidade não contava com a assistência de um padre. De Araçariguama que vinham os sacerdotes para as celebrações religiosas.

 

      Para celebrar a data, a cidade conta com atrações variadas que vão desde a missa campal, o enfeite dos tapetes e a procissão de São Roque a aguardados shows artísticos.

      Nos dias 15 e 16 de agosto a Paróquia de São Roque promove o Episódio das Alvoradas, quando ao nascer do sol a população acorda com uma grande queima de fogos e replicar dos sinos das igrejas locais.

      Os participantes da Festa são recebidos ao som de uma banda e um café da manhã. Simultaneamente a essa confraternização, o Bando Precatório, composto por crianças e jovens, geralmente meninas, veste-se de branco, caminhando pelas ruas da cidade. Ao percorrer os logradouros, entregam medalhas de São Roque e de Nossa Senhora da Assunção. Essa é uma tradição portuguesa que chegou ao Município também para angariar fundos, sendo que hoje elas distribuem as medalhinhas e convidam o público para a missa das 10 horas.

      No dia 16, feriado municipal (é o dia da solenidade litúrgica em honra de São Roque) há a missa campal às 10 horas, na Praça da Igreja Matriz. Em seguida, os são-roquenses e os turistas podem ajudar na preparação dos tapetes que enfeitam todo o centro histórico da cidade. Para a fabricação desses enfeites, são utilizados mais de 800 sacos de serragem (de 10 quilos cada um). Uma boa quantia é tingida à mão pelos próprios paroquianos e o restante é utilizado ao natural. Os desenhos trazem passagens religiosas e remetem às histórias do Santo Padroeiro e pontos turísticos da cidade.

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A SÉTIMA ARTE TEM O SEU LUGAR AQUI

CINE TEATRO SÃO JOSÉ

      Construído em 1951, pelo Sr. Vasco Barioni, pessoa muito envolvida na vida da cidade, funcionou até 2003. Com sua lotação de 1500 lugares e lindas linhas de arquitetura, fazia frente aos grandes cinemas da capital. Tem um grande acervo e fez parte da história de muitas famílias durante seus 68 anos. Hoje encontra-se em fase de revitalização.

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UM BELO JARDIM PARA TODOS

PRAÇA DA REPÚBLICA

      Mesmo passando por diversas reformas ao longo do tempo, a Praça da República em São Roque mantém as principais características de praça de cidade do interior, contando com um lindo chafariz, um coreto que por várias vezes serviu também de palco para eventos musicais, diversos bancos espalhados pelo ambiente onde é possível relaxar embaixo das sombras das árvores e muito verde. A praça é também conhecida por muitos sanroquenses como a “Praça da Preguiça”, por muitas vezes ter recebido a visita de um Bicho-Preguiça que circulava pela região. Aos sábados, domingos e feriados a praça recebe a Feira de Artesanato de São Roque, onde artesãos da cidade expõem seus trabalhos para o público prestigiar.

 
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POR AQUI PASSOU O PROGRESSO

ESTAÇÃO E MARIA FUMAÇA

      A Estrada de Ferro Sorocabana representa um marco importante na história de São Roque, não só porque um de seus acionistas era Antonio Joaquim da Rosa, o Barão de Piratininga, mas principalmente por iniciar uma fase desenvolvimentista para a região.

      A primeira estação ferroviária da cidade começou a ser construída em 1874, mesma época em que o trecho de São Paulo a Sorocaba da linha férrea foi concluída.

      A pequena estação que fica no fim da avenida João Pessoa ainda existe e atualmente abriga uma escola municipal.

      A segunda e principal estação ferroviária foi construída em 1930. Maior e mais moderna, a então nova estação trazia uma novidade: a agência de telégrafos.

       No final dos anos 90 o prédio foi reformado e passou a funcionar como sede da Guarda Municipal.

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UM REFÚGIO NO CENTRO DA CIDADE

RECANTO DA CASCATA

      Antigamente tratava-se de uma Chácara Particular da Família Junqueira no mesmo bairro que adquiriu o nome. Remanescente de parte da mata Atlântica em uma área de 05 hectares (50.000) m2 , ja contava com grande variedade de flores naturais e animais silvestres, margeada pelo Rio Carambeí onde percorre toda sua extensão formando lindas cachoeiras. Adquirida na década de 1960 pela Prefeitura Municipal de São Roque, sediou por muitos anos a lendária Festa do Vinho de São Roque. Passou por estes anos varias reformas e benfeitorias, até se tornar-se Parque. *Parque Recanto da Cascata* Atualmente é voltada aos amantes da ecologia e gastronomia. A mais importante a Expo São Roque onde além dos belos passeios por escadas penseis ao redor da mata e cachoeiras, oferece aos visitantes aquele clima de montanha ao som de cachoeiras e pássaros silvestres além de um excelente espaço gourmet. Possui estacionamento interno, banheiros, palco, museu, restaurante e sua entrada exceto nos dias de eventos é grátis.

 
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DE CIMA SÃO ROQUE OLHA POR NÓS

MORRO DO CRUZEIRO

      Local muito visitado por turistas e peregrinos devotos de São Roque, o Morro do Cruzeiro é um dos pontos obrigatórios para quem visita a cidade. No topo do morro encontra-se uma imagem de São Roque, o santo padroeiro da cidade produzido no século XIX, junto a uma cruz. Entre os meses de Julho e Agosto é realizada a Novena do Cruzeiro, celebração religiosa que antecede o aniversário da cidade de São Roque que acontece no dia 16 de Agosto. A cada dia de novena centenas de devotos sobem ao morro para fazer orações de pedidos e agradecimentos ao padroeiro São Roque. Além de local religioso, o Morro do Cruzeiro proporciona uma incrível vista da cidade de São Roque. E o melhor, possui fácil acesso e está localizado bem próximo ao centro da cidade.

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INDÚSTRIA NO PASSADO, VIDA E CULTURA DE PRESENTE

BRASITAL

Muito mais que uma antiga fábrica

      A Brasital é um dos patrimônios mais importantes de São Roque porque influenciou a cultura e a economia do município. Construída em 1890 pelo industrial italiano Enrico Dell´Acqua, para abrigar uma das primeiras indústrias têxteis do Brasil, o local é um dos prédios históricos mais importantes da região.

      Em 1919, a fábrica que até então levava o nome do seu fundador passou a se chamar Brasital, uma fusão das palavras Brasil e Itália. No conjunto arquitetônico de 9.600 m2 composto por galpões, eram produzidos tecidos de algodão como: brins, popeline, colchas e atoalhados que além de serem comercializados no Brasil também chegou a ser exportado para o exterior. A indústria chegou a empregar 80% da mão-de-obra disponível no município e nesta fase de prosperidade ganhou filiais em São Paulo, Rio de Janeiro e em Salto onde também era fabricado papel.

      Com o passar do tempo as atividades da indústria foi diminuindo até que em 1970 foi a Brasital foi fechada definitivamente. No fim dos anos 80, com a ajuda do Governo Estadual, a infra-estrutura da Brasital S/A passou a integrar o patrimônio público de São Roque. Em 1989, o local começou recebeu um novo nome e passou a chamar Centro Educacional e Cultural Brasital.

      Atualmente, o prédio principal da administração abriga os departamentos de Educação e a divisão de Cultura da prefeitura. O Banco do Povo e o Posto de Atendimento do Sebrae também funcionam no local, situados na portaria da rua Rui Barbosa.

      Os galpões que antes eram ocupados pelos teares, agora são utilizados para fins culturais como a biblioteca, oficinas culturais e profissionalizantes, sala de música e dois salões onde são realizados eventos.

Trilha Ecológica

      Além das construções históricas, a Brasital também possui uma porção de mata com cerca de 30 mil metros quadrados. O local possui uma trilha ecológica chamada de Caminho das Águas.

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EM PÉ NOS LEMBRA DE NOSSO PASSADO

IGREJA DE SÃO BENEDITO

      Um exemplo de preservação histórica, a bela Igreja de São Benedito encontra-se no centro de São Roque. Construída por escravos em 1855, utilizando na sua construção taipa de pilão. Possui um estilo colonial típico da época de sua construção. Ficou abandonada por um período, servindo de depósito para a Igreja Matriz. Mesmo assim a igreja não perdeu sua originalidade. Após passar por reforma, a igreja voltou a atender a população com missas. Em seu belo altar em forma de concha côncavo encontra-se a imagem de São Benedito e em demais locais da igreja é possível encontrar objetos de grande valor religioso. Devido sua arquitetura, o local apresenta excelente acústica e instalações para grupos de corais, o que faz com que receba não só eventos religiosos, mas também diversos eventos musicais ao longo do ano. Todos os anos, no dia 6 de Janeiro são realizados uma missa e procissão em homenagem a São Benedito.

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NOSSOS CASARÕES E OUTROS NEM TÃO "ÕES" ASSIM

CASAS DE SÃO ROQUE

Colocar texto sobre os casarões

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CASA GRANDE E CAPELA DE SANTO ANTÔNIO

NO ROTEIRO DARCY PENTEADO

Um patrimônio histórico estimado por personalidades

      O valor histórico da Casa Grande e Capela de Santo Antonio pode ser atribuído a vários fatores. Desde a data de construção, em 1681, até a importância de seus ilustres proprietários: Fernão Paes de Barros, Barão de Piratininga e o escritor modernista Mário de Andrade, este último adquiriu e doou os imóveis ao Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1947. Ao doar o imóvel, o escritor fez uma exigência: ser o zelador deste patrimônio enquanto estivesse vivo. Sua intenção era tornar a Casa Grande um local de repouso para os artistas brasileiros.

Capela e Casa Grande são tesouros da arquitetura

A riqueza arquitetônica da Casa Grande e Capela de Santo Antonio já foi objeto de estudo e teses acadêmicas. O arquiteto Lucio Costa foi um dos primeiros profissionais renomados a identificar as manifestações de 

arte genuinamente brasileira que o local apresenta. Quando descoberta em 1937, quase metade do prédio da Casa Grande já havia ruído, mas ainda houve condições para os técnicos e historiadores constatarem os padrões tradicionais característicos dos três primeiros séculos de ocupação do planalto paulista: paredes de taipa de pilão; armadura da cobertura formada por cumeeira, espigões e frechais apoiados ao longo das paredes, caibros que se prolongavam para fora do edifício sustentando largos beirais; poucas e pequenas portas e janelas feitas em canela e ainda calçadas de pedras irregulares e chão batido.

A restauração da Capela e Casa Grande foi feita realizada durante quase toda a década de 40. Em 1965 o interior da Capela sofreu uma nova intervenção para a reconstituição dos tabuados do altar-mór. No início dos anos 90 foi necessário um novo estudo para a conservação dos elementos decorativos da capela que vinham sendo deteriorados pela ação dos raios ultravioleta.

A natureza enaltece a história torna a visita mais agradável

O conjunto arquitetônico formado pela Casa Grande e Capela de Santo Antônio estão inseridos numa paisagem concebida para valorizá-lo. A grama, a água e a mata ao redor das duas construções tornam a visita ao local muito mais agradável.